Estudo da FGV projeta 700 mil pessoas em sete dias de festival, quase 30 mil empregos gerados e taxa de ocupação de 95% na rede hoteleira da cidade; 55% dos ingressos foram comprados por gente de fora do estado.
A dez dias da abertura dos portões, o Rock in Rio 2026 já tem dimensionado o tamanho do impacto que deve deixar na cidade. Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) projeta que o festival movimente cerca de R$ 3,3 bilhões na economia do Rio de Janeiro — alta de 5% sobre os R$ 3,2 bilhões da edição de 2024.
95% de ocupação hoteleira
O número que mais interessa ao setor é a taxa de ocupação: a projeção é de 95% na rede hoteleira da cidade durante o período do evento. O cálculo considera gastos dos visitantes com hospedagem, alimentação, transporte, turismo e outros serviços.
São 700 mil pessoas esperadas ao longo dos sete dias, com público estimado em 100 mil visitantes por dia. O festival deve ainda gerar cerca de 30 mil empregos, entre diretos e indiretos.
Maioria do público vem de fora
O perfil do frequentador reforça o caráter indutor de demanda do evento: 55% dos compradores do Rock in Rio Card vieram de fora do estado do Rio, e a venda dessa modalidade cresceu 20% em relação a 2024. Cerca de 60% do público total vem de fora do município.
É esse hóspede — que chega de outro estado ou de outro país e permanece vários dias, muitas vezes esticando a estadia entre os dois fins de semana do festival — que sustenta a ocupação quase plena projetada para setembro.
Setores beneficiados
- Hotelaria e meios de hospedagem
- Alimentação fora do lar e bares
- Transporte e mobilidade
- Comércio e serviços
- Entretenimento e economia criativa
Serviço
- Evento: Rock in Rio 2026
- Datas: 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro de 2026
- Local: Cidade do Rock — Parque Olímpico, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Fonte: CNN Brasil
