O encontro dos diretores e gerentes gerais dos hotéis cinco estrelas cariocas, organizado pelo HotéisRIO, realizou sua segunda edição do ano, nessa terça-feira (10 de fevereiro), no Windsor Marapendi, tendo como pauta questões trabalhistas e de qualificação de mão de obra.
O presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, deu as boas-vindas aos convidados, o Superintendente Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, Cláudio Secchin, o secretário Municipal de Trabalho e Renda, Manoel Vieira, e o subsecretário Municipal de Trabalho e Qualificação, Antônio Charbel José Zaib, e destacou as dificuldades operacionais do setor hoteleiro diante das novas exigências da legislação trabalhista. “Buscamos alinhamento institucional sobre procedimentos e critérios fiscalizatórios”, destacou o anfitrião.
Claudio Secchin ressaltou a importância da qualificação das equipes, pois funcionários bem treinados representam da melhor forma possível a imagem de cada estabelecimento. “Assumi em outubro passado com a proposta de priorizar o caminho do diálogo. Nosso ministro preconiza que o diálogo é fundamental para apoiar o desenvolvimento dos setores e apostamos nessa estratégia”, afirmou.
Já o subsecretário de Trabalho e Qualificação, Antônio Charbel José Zaib, afirmou que acompanha o setor de perto e entende o desafio das empresas para adequar as operações à nova legislação. “Hoje, no Rio de Janeiro, reconhecemos duas grandes indústrias que alavancam a economia, o turismo e a construção civil. E merecem um olhar diferenciado. Dentro do turismo, a hotelaria se destaca como um cartão postal da cidade. É importante que o setor fortaleça os canais de diálogo em Brasília, com os que tomam as decisões que tanto impactam suas operações. Aqui no Rio, temos buscado atuar em conjunto, como a realização da Feira de Empregabilidade, que terá uma nova edição em maio”, comentou.
O presidente da ABIH-RJ, José Domingo Bouzon, defendeu a negociação via as entidades empresariais e laborais, que conhecem as peculiaridades dos serviços hoteleiros e buscam o equilíbrio para atender as necessidades dos profissionais da área. “Muitas funcionárias, por exemplo, preferem a folga em dias de semana. É quando conseguem resolver questões pessoais, como reuniões na escola do filho”, explicou.











