Vendas de ingressos crescem 20% em relação à edição anterior, com 55% dos bilhetes comprados por pessoas de fora do estado do Rio, aquecendo hospedagem, transporte, alimentação e serviços
Foo Fighters, Maroon 5, Elton John e dezenas de outros artistas internacionais prometem transformar o Rio de Janeiro na capital mundial da música durante o Rock in Rio 2026. Marcado para os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, o festival chega com mais de 40 apresentações internacionais e a expectativa de movimentar aproximadamente R$ 3,36 bilhões na economia fluminense.
O entusiasmo dos “Rock Lovers” já se reflete na procura pelos ingressos. Segundo a organização do festival, as vendas registram crescimento de 20% em relação à edição anterior, com 55% dos bilhetes adquiridos por pessoas que vivem fora do estado do Rio de Janeiro — um indicador direto do potencial de demanda para a hotelaria carioca no período.
Na edição de 2024, cerca de 420 mil visitantes passaram pela Cidade do Rock, grande parte vinda de São Paulo e Minas Gerais. Para este ano, a expectativa é de movimentação ainda maior em toda a cadeia do turismo, incluindo transporte aéreo e rodoviário, hospedagem, alimentação, comércio e serviços.
Com a alta procura, especialistas reforçam a importância do planejamento antecipado da viagem, para garantir disponibilidade de ingressos, hospedagem e melhores condições de deslocamento. “Participar de um evento desse porte exige planejamento. Além da organização da viagem, é importante considerar medidas que ajudem a minimizar os impactos de situações inesperadas”, afirma Hugo Reichenbach, diretor de operações da Real Seguro Viagem, citando atrasos de voos, cancelamentos e extravio de bagagens entre os imprevistos mais comuns em grandes eventos.
Considerado um dos maiores festivais de música do mundo, o Rock in Rio se consolidou como um dos principais motores do chamado turismo musical no Brasil — e uma das datas mais fortes do calendário da hotelaria do Rio.
Créditos: Acorda Cidade
