Sala expositiva do MAM Rio com obras da mostra Entre o moderno e o contemporaneo, que reune cerca de 170 artistas brasileiros dos seculos XX e XXI
MAM Rio inaugura exposição de longa duração com obras de Tarsila do Amaral e Anita Malfatti
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MAM Rio inaugura exposição de longa duração com obras de Tarsila do Amaral e Anita Malfatti

Aberta ao público desde 25 de julho, “Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio” reúne obras de cerca de 170 artistas brasileiros — entre elas “Urutu”, de Tarsila do Amaral, e “A Japonesa”, de Anita Malfatti — e torna permanente o acesso a parte do acervo do museu.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) inaugurou uma nova exposição de longa duração que passa a ocupar lugar de destaque na programação da instituição. Aberta ao público desde o sábado, 25 de julho, a mostra “Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio” reúne obras de cerca de 170 artistas brasileiros e propõe um amplo panorama da produção nacional entre os séculos XX e XXI.

A exposição marca um novo momento para o museu ao tornar permanente o acesso a parte de um acervo que, até então, era exibido principalmente em mostras temporárias. A realização foi viabilizada por meio de parceria com a Petrobras.

Oito núcleos temáticos

O percurso expositivo foi organizado em oito núcleos temáticos e cronológicos: Modernismos, Abstrações além da forma, O impulso geométrico, O retorno da figuração, Arte experimental, A nova pintura nos anos 1980, Elementos apropriados e A partir de 1990. A proposta reúne obras da Coleção MAM Rio, da Coleção Gilberto Chateaubriand e da Coleção Joaquim Paiva.

Tarsila, Anita Malfatti, Volpi e Oiticica

Entre os destaques estão “A Japonesa” (1924), de Anita Malfatti, e “Urutu” (1928), de Tarsila do Amaral. A mostra reúne ainda trabalhos de Alfredo Volpi, Alberto da Veiga Guignard, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Ivan Serpa, Judith Lauand, Franz Weissmann, Hélio Oiticica, Cildo Meireles, Antonio Manuel, Artur Barrio, Beatriz Milhazes, Ernesto Neto e Anna Maria Maiolino, entre outros nomes centrais da arte brasileira.

QR Codes e percursos abertos

Embora siga uma organização cronológica, a curadoria evita uma narrativa linear: a expografia foi concebida para permitir diferentes percursos de visitação, incentivando o público a estabelecer relações próprias entre obras de épocas e linguagens distintas.

A experiência também incorpora recursos digitais. QR Codes distribuídos ao longo da exposição dão acesso a documentos, fotografias e conteúdos do acervo documental do museu, ligados a momentos marcantes de sua história — como o Ateliê de Gravura, os cursos de Ivan Serpa e as exposições Opinião 65 e Opinião 66.

Um atrativo permanente no Parque do Flamengo

Fundado em 1948, o MAM Rio é um dos equipamentos culturais mais visitados da cidade. Uma exposição de longa duração com obras desse porte cria um atrativo estável para o roteiro do hóspede — diferente das mostras temporárias, pode ser indicado durante todo o ano nos pacotes e nas recomendações da hotelaria carioca.

Créditos: Diário do Rio / Divulgação MAM Rio

Fonte: Diário do Rio

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