Em 2025, um levantamento da empresa de conectividade Holafly reuniu dez cidades coloniais brasileiras que atraem viajantes interessados em história, arquitetura e tradições. Seis desses destinos detêm o reconhecimento de Patrimônio Mundial da Unesco, o que impulsiona o turismo cultural nas regiões. O roteiro inclui localidades como Ouro Preto (MG), Salvador (BA) e Paraty (RJ).
Ouro Preto, antiga Vila Rica, preserva um conjunto urbano colonial com obras do escultor Aleijadinho e do pintor Mestre Ataíde. Salvador, primeira capital do país, concentra no Pelourinho sobrados coloridos e igrejas barrocas. Ambas integram a lista da Unesco desde a década de 1980 e figuram entre os destinos mais procurados do segmento histórico.
Outros quatro municípios com chancela da Unesco aparecem na seleção: São Luís (MA), com seus casarões revestidos de azulejos portugueses; Olinda (PE), museu a céu aberto com traçado urbano preservado; Paraty (RJ), cujo centro histórico fecha para veículos e sedia a Festa Literária Internacional de Paraty; e a Cidade de Goiás (GO), antiga capital estadual e berço da poetisa Cora Coralina. Morretes (PR), Penedo (AL), Petrópolis (RJ) e Mucugê (BA) completam a relação, combinando patrimônio edificado e paisagens naturais.
O turismo histórico movimenta a economia de pequenos e médios municípios, com visitas a igrejas, museus e centros urbanos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O acesso a mapas e informações por chips de viagem, como os oferecidos pela Holafly, facilita os deslocamentos nas cidades coloniais, segundo a empresa. A reportagem não incluiu dados atualizados de visitação dos destinos citados.
Cteditos: O cafezinho
