Cerimônia de geminação entre os dois monumentos históricos será realizada em Roma no dia 28 de maio.
O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Coliseu, em Roma, vão oficializar um processo de geminação com foco no fortalecimento do turismo e da cultura entre Brasil e Itália.
A cerimônia está marcada para 28 de maio de 2026, às 10h de Brasília, no Parco archeologico del Colosseo, na capital italiana.
Parceria aproxima dois ícones das Novas Sete Maravilhas do Mundo
Os dois monumentos foram incluídos em 2007 na lista das Novas Sete Maravilhas do Mundo e agora avançam em uma articulação institucional que pretende aproximar povos, histórias e valores.
Participam da solenidade o reitor do santuário, padre Omar, o diretor-geral do Coliseu, Simone Quilici, e o embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca.
Acordo prevê ações em educação, turismo, cultura, esportes e economia
Com a geminação, os parceiros pretendem compartilhar experiências e desenvolver cooperação em áreas como educação, turismo, cultura, esportes e economia.
Após a celebração, passam a valer iniciativas como conferências, workshops, visitações recíprocas, intercâmbio cultural, arqueologia histórica e colaboração promocional entre os destinos.
Cristo Redentor já mantém outras geminações estratégicas
O Santuário Cristo Redentor já conta com parcerias desse tipo com os santuários Frei Galvão, Santa Dulce dos Pobres, o Cristo Redentor de Itaperuna, o Cristo Luz, o Santuário de Cristo Rei, o Cristo Redentore di Maratea, o Cristo del Otero e a cidade de Petra.
A nova articulação amplia o alcance internacional do santuário carioca e reforça o valor simbólico do Rio de Janeiro na promoção do turismo religioso e cultural.
Instituto Redemptor viabiliza o acordo
Segundo a organização, o acordo de geminação foi viabilizado pelo Instituto Redemptor para impulsionar os setores econômico, turístico e cultural das duas cidades.
A iniciativa fortalece a imagem internacional do Cristo Redentor e abre caminho para novas ações de divulgação conjunta entre Rio de Janeiro e Roma.
Créditos: Diário do Rio
