Objeto cinético k-06, de Abraham Palatnik, uma das obras da exposição Guardar
Abraham Palatnik, Objeto cinético k-06, 1966-2002. Foto: Jaime Acioli / Divulgação Casa Roberto Marinho
Cultura

Casa Roberto Marinho abre em 19/11 a mostra Guardar, com a coleção Chrysostomo

Objeto cinético k-06, de Abraham Palatnik, uma das obras da exposição Guardar
Abraham Palatnik, Objeto cinético k-06, 1966-2002. Foto: Jaime Acioli / Divulgação Casa Roberto Marinho

A Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, abre no dia 19 de novembro a exposição Guardar | Coleção Marcia e Luiz Chrysostomo, que fica em cartaz até 14 de março de 2027. A mostra inaugura um novo projeto da instituição, que passará a convidar coleções particulares para ocupar seus espaços, e reúne uma parte do acervo formado pelo casal ao longo de três décadas.

A curadoria é de Paulo Venancio Filho. O recorte privilegia as raízes da arte construtiva internacional e seus desdobramentos, além de livros de artista, arte cinética e o uso visual da palavra nas obras de arte.

Artistas e obras em exposição

Entre os nomes destacados pela Casa Roberto Marinho estão Abraham Palatnik, com o objeto cinético k-06 (1966-2002); Lygia Clark, com um Bicho em alumínio (1960-1988); o uruguaio Joaquín Torres-García, com Pintura Abstrata (1929); Wanda Pimentel, com uma tela da série Envolvimento (1973); e Antonio Dias, com Autonomias (2002). A seleção inclui ainda trabalhos de Luciano Figueiredo, Lucia Vilaseca, Antonio Manuel, Maria Polo, Gustavo Speridião e Lucia Laguna.

Uma história ligada à Coleção Roberto Marinho

No texto de apresentação, o diretor-executivo da Casa, Lauro Cavalcanti, conta que o interesse de Luiz Chrysostomo pelo colecionismo começou em 1985, quando ele visitou três vezes a exposição “Seis décadas de arte moderna na Coleção Roberto Marinho”, no Paço Imperial. Quarenta e um anos depois, também em novembro, a coleção do casal passa a ocupar a casa do Cosme Velho. O título da mostra vem de versos do poeta Antonio Cícero, para quem guardar uma coisa não é escondê-la nem trancá-la.

Para quem visita o Rio, a Casa Roberto Marinho fica no Cosme Velho, bairro onde está a estação do Trem do Corcovado.

Serviço

  • Exposição: Guardar | Coleção Marcia e Luiz Chrysostomo
  • Curadoria: Paulo Venancio Filho
  • Período: de 19 de novembro de 2026 a 14 de março de 2027
  • Horário: de terça a domingo, das 12h às 18h, inclusive feriados (entrada até 17h15)
  • Local: Casa Roberto Marinho — Rua Cosme Velho, 1105, Cosme Velho, Rio de Janeiro
  • Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Às quartas-feiras a entrada é gratuita para todos. Moradores da cidade do Rio, estudantes, maiores de 60 anos e professores pagam meia; crianças de até 5 anos, alunos e professores de escolas públicas e guias de turismo não pagam, com documento comprobatório. Aos domingos, o Ingresso Família (R$ 10) vale para até quatro pessoas
  • Venda: somente na bilheteria, com cartão de crédito, débito ou PIX
  • Informações: casarobertomarinho.org.br

Fonte: Casa Roberto Marinho — conferido em 23/10/2026

Pauta identificada em Diário do Rio.

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